Terça-feira, 28 de Maio de 2013

Esperava muito mais, e muito melhor, das capas de jornais do dia de ontem, nomeadamente no que aos periódicos desportivos diz respeito. "Lendário", "A Vitória de Guimarães" e "Grande Vitória" são títulos que mostram tanto uma grande falta de originalidade, como deixam um profundo vazio pelo facto de deixarem de escapar o excelente trocadilho que o equipamento do Vitória de Guimarães permitia. Com a vitória na Taça de Portugal, o Vitória que equipa de branco garantiu que os vermelhos da luz não ficassem às escuras, mas sim em branco, culminando um desaire histórico consumado em 20 dias. Talvez por isso mesmo tenham sido 20 os segundos que Luís Filipe Vieira tenha estado no autocarro da sua a equipa. No fundo, o patrocinador do Vitória dá alento a vencedores e vencidos. Aos primeiros por terem ganho, e aos segundos porque depois de se terem atribuído os títulos, chegarem ao fim sem nenhum só pode dar mesmo vontade de rir. Ao menos a mim dá... hahahahaha.



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Segunda-feira, 27 de Maio de 2013

Os espanhóis é que sabem...

 



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Domingo, 26 de Maio de 2013

O Vitória de Guimarães adiou hoje a abertura oficial da época de incêndios. Mais uma vez os foguetes e a raposeira ficaram por usar, e as televisões tiveram que seguir com a programação habitual. A equipa de Guimarães foi o vencedor justo da final, aquele que acreditou até ao fim, a equipa que teve mais pernas para levantar o caneco. Diziam os comentadores que os pacóvios do norte vieram em excursão até à capital. Nas entrelinhas entendia-se que estaria subjacente a ideia que o borrego era a equipa da cidade berço, mas quem acabou sacrificado foram os vencedores pré-anunciados das três competições. Este final de época é verdadeiramente épico, e desta vez nem a Taça da Liga tiveram para fazer a festa. Jorge Jesus manteve-se fiel a uma linha de atitude que mostra uma falta de desportivismo absurda, pois pela terceira vez não se dignou a dar os parabéns ao vencedor e teve a companhia da equipa, que fez companhia e não respeitou a entrega da taça. Acabam a época a jogar contra brancos, ficando em branco. Nesta linha de pensamento sugiro que a nova bandeira do benfica seja uma adaptação da bandeira da antiga URSS...

No entanto, as adaptações tem que ser efectuadas de forma a se coadunarem com a realidade benfiquista. Assim, a estrela e o martelo serão retirados. As estrelas só as merecem os vencedores, e o martelo pode ficar para os adeptos darem marradas em quem ou no que bem entenderem. Fica assim a bandeira da foice... foi-se a taça, foi-se o campeonato, foi-se a liga europa...


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Sábado, 25 de Maio de 2013

Hoje assisti muito provavelmente a uma das melhores finais desta competição, se não mesmo a melhor pelos simples factos de ter congregado um pouco de tudo aquilo que há de melhor no futebol, carregando para a memória a essência deste desporto que se não tivesse sido inventado tinha necessariamente que existir:

- o palco da final já elevava a fasquia da responsabilidade dos intervenientes, pois o mítico estádio de Wembley é inalienavelmente a Meca do futebol, a casa mãe do desporto rei localizada na pátria de quem o criou.

- os guarda-redes de ambas as equipas fizeram defesas de luxo que impediram um resultado mais volumoso de parte a parte, com destaque para três intervenções de Neuer no primeiro tempo, e outras três de Weidenfeller no segundo tempo salientando que uma delas foi efectuada com a cara, ou seja, dando literalmente o corpo ao manifesto.

- até ao apito inicial o Bayern era unanimemente considerado a equipa favorita, mas foi o Borussia de Dortmund quem assumiu as despesas do jogo, optando por surpreender o adversário com um ritmo de jogo forte, pressão alta e transições rápidas que nos primeiros 25 minutos de jogo se traduziram em quatro oportunidades de golo. O Bayern soube no entanto honrar os pergaminhos e acabou por terminar o primeiro tempo com outras boas oportunidades, mas uns furos abaixo do adversário. A segunda parte começou da mesma forma que a primeira, mas foi a equipa de Munique que chegou primeiro ao marcador, depois de uma jogada de mestre de Ribery que conseguiu abrir uma linha de passe por entre três opositores, e de Robben que deu no limite da linha de fundo o golo a marcar de bandeja a Mandzukic. O Borussia merecidamente chegou ao empate pela marcação de um penalti. Depois do empate o jogo tornou-se ainda mais veloz e interessante, com ambas as equipas a tentarem evitar o prolongamento. Ao contrário de outros anos desta vez a sorte, polvilhada com o talento de Ribery e Robben, bafejou a equipa bávara que marcou já perto do final, colocando as mãos na taça das orelhas grandes.

- O árbitro esteve à altura do desafio, principalmente no lance do penalti onde outro poderia ter arruinado a final em termos de futebol. O lance em causa é uma tentativa desatrada de corte do defesa Dante, que não tem qualquer outra intenção. Penalti bem assinalado sem que fosse necessário mostrar o segundo amarelo ao jogador, já penalizado pela marcação da pena máxima.

- Tal como nos contos de encantar, o futebol também tem heróis, e hoje esse papel cabe sem dúvida alguma a Arjen Robben. Já o vejo jogar futebol desde o tempo em que o cabelo ainda lhe chegava à testa, e depois de ter perdido as finais da Champions de 2010 e 2012 e o Mundial da África do Sul em 2010, a carreira deste verdadeiro flying dutchman merecia ser coroada com uma noite destas. Parabéns.

- A festa final foi como já estava prevista - alemã. Para além da felicidade dos vencedores, o meu destaque vai para a imagem de toda a equipa do Dortmund alinhada em abraços perante o seu público, que os brindava com os seus cânticos. É certo que as finais são para ganhar, mas quando se perde de pé dá asas a imaginação de acalentar futuros voos mais altos.

- Deixo para o final a nota negativa que atribuo com distinção à TVI e seus comentadores. A Dani porque foi uma pena o pouco tempo que dedicou ao futebol não ter aproveitado para aprender um pouco de gramática. Ao outro companheiro porque gritou golo quando a bola ainda não tinha entrado, não tendo mesmo sido golo. Aos dois, que durante a competição se envolveram mais na campanha do Real Madrid do que na prestação do Futebol Clube do Porto. Se isto fosse pouco, durante a entrega da taça fizeram referência às duas competições ganhas pelo Benfica no tempo da pré-história do futebol, esquecendo-se das vitórias do Porto de 1987 e 2004. Depois desta primeira temporada de exclusividade, espero bem que para o ano a Champions volte para a RTP.

- Terminada esta competição, terminou o futebol...



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Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Portugal, Liga Zon Sagres - F. C. Porto

 

Espanha, Liga BBVA - Barcelona F.C.

 

França, Ligue 1 - P.S.G.

 

Inglaterra, Primier League - Manchester United

 

Holanda, Eredivisie - Ajax

 

Belgica - Anderlecht

 

Italia, Calcio-Serie A - Juventos

 

Alemanha, Bundesliga - Bayern Munich

 

Já agora, relembrando o 21 de Maio de 2003...



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Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

Escrevo estas linhas enquanto assisto ao programa da SIC Notícias "Dia Seguinte" e chego à conclusão que a presença de Rui Gomes da Silva coloca o nível do programa em patamares para os quais se deveria mudar o nome para "a peixeirada seguinte". Este individuo encarna o verdadeiro adepto fanático com retinopatia. De facto a sua presença é essencial para títulos como o que ontem o Porto conquistou, terem um sabor ainda mais suculento. Este tipo agarrou-se ao penalti marcado contra o Paços de Ferreira, como um náufrago à procura da bóia de salvação, justificando a sua argumentação de que o Porto ganhou o campeonato à conta dos árbitros. Confirmo que o penalti não existe, e que tornou o último desafio mais favorável ao Futebol Clube do Porto. No entanto, efectuarem-se juízos de valor deste tipo, revela não só uma retinopatia avançada, bem como uma diminuição agravada do fluxo de sangue ao cérebro, que justifica o atrofiamento da sua massa cinzenta. Foi o Porto o campeão, mas tivesse sido o Benfica pergunto o que se poderia dizer do jogo contra o Sporting, onde o roubo de Capela sonegou três penaltis aos leões, que jogaram melhor e não conseguiram vergar uma das piores arbitragens desta Liga. Que se poderia dizer se o desfecho final tivesse sido outro, desse jogo que precedia as deslocações ao Nacional, e Dragão? Poderia dizer-se sempre muita coisa, mas seria acabar na redundância de encontrar um bode expiatório para o fracasso. Não poderia esperar mais deste tipo, tendo em conta que o próprio treinador dos encarnados teve a infeliz omissão de se esquecer de dar os parabéns ao Futebol Clube do Porto, Tri-Campeão Nacional. Somos campeões sem derrotas, caso para dizer: "Limpinho, limpinho, limpinho".



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Domingo, 19 de Maio de 2013

 

 

Ao contrário do habitual, hoje não falarei do jogo. O meu Futebol Clube do Porto é Campeão Nacional, facto que por si só não é notícia mas que tendo em conta as vicissitudes desta liga é, sem dúvida alguma, se não o melhor um dos melhores dos 20 que já tive a sorte e o gosto de saborear desde o momento em que nasci. Tenho procurado fazer análises dos jogos recorrendo aos meus singelos conhecimentos futebolísticos, tentando seguir uma linha de isenção, mas hoje reservo o direito de gritar e dizer bem alto e a plenos pulmões SOMOS CAMPEÕES!:

 

- somos campeões no final, ao contrário de outros que já tinham clamado pelo título no jogo contra o Sporting, recorrendo a uma arbitragem totalmente escandalosa e que não dignifica o país que teve nos últimos dois anos um árbitro numa final do Campeonato da Europa de clubes e de selecções.

- somos campeões e festejamos hoje, ao contrário dos que festejaram uma vitória na ilha da Madeira como se as três jornadas restantes fossem favas contadas. Já diz o ditado que presunção e água benta cada qual toma a que quer.

- somos campeões porque conquistamos mais um ponto que a, supostamente, melhor equipa do Benfica das últimas décadas. Um campeonato nacional é uma prova de regularidade. Diz-se que Jorge Jesus colocou o Benfica a jogar um futebol de alto nível, mas nesse ponto de vista discordo dos catedráticos da bola. O Benfica é uma formação com muitos bons jogadores, que até dão uns toques, mas na maior parte do tempo parecem uns cães esfaimados na procura do golo, facto pelo qual tiro o chapéu ao treinador. No entanto, a única equipa que realmente praticou um futebol deslumbrante foi o Porto. Foi pena que esse período tivesse ocorrido apenas entre os meses de Dezembro e Janeiro, tendo durante o resto da temporada jogado alguns furos abaixo daquilo que sabem que são capazes. No entanto, na hora certa tivera a subtil calma de contornar aquilo que parecia impossível.

- somos campeões quando os jornais desportivos já davam como certo o desfecho final de cor vermelha. Mai uma vez têm que levar com o emblema do Dragão, o único que leva mais alto o nome de Portugal na Europa. Mais uma vez tem que repor o tinteiro azul das gráficas, e encomendar mais para a próxima temporada.

- somos campeões porque temos uma boa equipa. Um equipa que todos os anos sofre uma razia de jogadores que se vão embora, ou que o gostariam de fazer, mas onde se encontra sempre um substituto à altura, ou mesmo ainda melhor.

- somos campeões com um treinador mal amado. Sou um dos disse mal no final da época passada, mas tal como deixei escrito em alguns jogos desta temporada, este ano notou-se a sua mão e reconheço o seu total mérito como orientador da vitória final. Nos dois títulos alcançados foi capaz de pegar numa equipa órfã do treinador que conquistou Liga, Taça e Liga Europa, eliminou determinadas ervas daninhas que existiam no plantel, e ao longo desse período consentiu apenas uma derrota. Parabéns Vítor Pereira.

- somos tricampeões três anos depois do últimos campeonato ganho pelos vermelhos. Na altura apregoava-se a boa nova da mundança de ciclo. Parece que no final os ciclos mantiveram-se pois o mês de Maio continua florido de azul e branco.

- somos campeões porque temos um presidente que se chama Jorge Nuno Pinto da Costa. Neste ponto, acho que este nome diz tudo e não é preciso acrescentar nada.

...

Já me esquecia, este fim de semana fomos campeões em Hóquei em Patins e Andebol, em ambos os casos contra o Benfica, daí é caso para cantar:

Lampião fanfarrão aguenta o melão

Poooooooortooooooooooooooooooooooo.

 

 



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Sábado, 18 de Maio de 2013

Depois de um jogo tão intenso, o melhor é esquematizar:

Ponto1 (o futebol) - A intensidade do jogo aumentou com o decorrer dos minutos de jogo. As duas equipas não praticaram o futebol que sabem, e no seu lugar o calculismo típico das finais fez com que a disputa existisse sem que fosse acompanhada do brilho das suas estrelas. Quando o golo madrugador do Real Madrid surgiu, e tendo em conta que jogava em terreno neutro "caseiro", parecia não haver dúvidas em relação ao desfecho final. No entanto o Atlético disse presente pelos pés de Diego Costa, depois de uma boa jogada de entendimento entre os seus avançados. A segunda parte foi muito parecida com o primeiro tempo, mas nos minutos finais surgiu um Atlético de Madrid que mostrou uma vontade apaixonada de virar o resultado, motivado por um público entusiasmado. Esse facto acabou por dar resultado no prolongamento, onde Miranda aparece isolado ao primeiro poste para desviar a bola do alcance de Diego Lopez, selando assim a vitória.

Ponto 2 (as curiosidades) - O Atlético de Madrid não vencia o seu eterno rival à 14 anos. Esta noite matou o borrego, e ainda por cima em sua própria casa. O Real Madrid procura à anos a sua décima Champions, mas foi o Atlético que conseguiu hoje a sua décima Copa del Rey.

Ponto 3 (os protagonistas) - Mourinho leva o óscar de profeta, pois conseguiu que o mandassem embora, já prevendo o desfecho final desfavorável.  Reclamar com a arbitragem, não reconhecendo que o golo do Real é precedido por uma falta, é procurar bodes expiatórios para esconder e não se falar do pouco futebol que a sua equipa praticou. Ronaldo leva o óscar do melhor e do pior jogador em campo. Melhor jogador do Real porque sem dúvida dá o litro. Pior em campo pela sua péssima atitude que conduziu a uma justa expulsão, facto que já noutro lance anterior poderia ter acontecido. A bola de ouro premeia muito mais que um jogador, e por este andar, Cristiano Ronaldo só terá uma se a pintar de dourado. O óscar de mérito vai para Courtois, o jovem guarda-redes Belga que fez uma exibição de luxo que culminou com duas defesas que evitaram o golo mais que certo em pleno prolongamento.

Ponto 4 (o mau perder) - Se são elogiados quando levam a bandeira de Portugal ao mais alto, convém que honrem a mesma quando as coisas correm menos bem. Ronaldo e Mourinho não subiram para recolher a medalha de finalista, numa mostra de falta de fair play que mais do que revelar um mau perder, revela traços bem característicos do seu ego.



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Quarta-feira, 15 de Maio de 2013

Se algo caracteriza esta final é o facto do representante português ter dignificado o futebol nacional, quer ao nível dos adeptos, quer ao nível da qualidade de jogo praticada. O Benfica foi o único finalista a procurar a baliza adversária durante o desafio, ao contrário do Chelsea que se remeteu a um jogo ponderado e calculista. No entanto, Jorge Jesus já deveria estar para isso mesmo preparado, pois não nos esqueçamos que este clube se sagrou Campeão Europeu na época passada, com um estilo de jogo que de futebol tem muito pouco. Apesar da maior tendência ofensiva encarnada, na realidade as oportunidades ditas de golo acabam por ser divididas em partes iguais pelas duas equipas. Brilhante o primeiro golo de Torres, que teve um toque de génio ao fazer um compasso de espera quando esteve frente a frente com Artur. O treinador do Benfica não esperou, e fez o que competia arriscando. O empate surgiu por marcação de penalti indiscutível, e colocava justiça no resultado. No entanto, a antiga maldição de Bela Guttmann, e a mais recente do minuto 92, acabaram com as inspirações europeias do clube da luz. As memórias das glórias europeias encarnadas, continuam a ter apenas duas cores - o preto e branco.



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Sábado, 11 de Maio de 2013

Épico, inesquecível, memorável, e sei lá que mais sentimentos poderão classificar as emoções que neste momento passam pela mente e coração de todos os Portistas, de todos os Dragões, de todos os adeptos Azuis e Brancos. O campeonato obviamente que ainda não está ganho, mas esta vitória já faz parte da história. Este clube esta habituado a ser relegado para segundo plano pela imprensa nacional, mas mais uma vez tem que usar a tinta azul para pintar as capas dos jornais de amanhã. Falando de futebol, as duas equipas elevaram a níveis internacionais a intensidade do jogo, anularam-se em grande parte do tempo, sendo o sentido atacante dominado pelo Porto, bem como a posse de bola. O Benfica para além do merecido mérito de bater-se bem, também teve o mérito de fazer anti-jogo, deitando-se deliberadamente ao chão, demorando na reposição da bola, com especial destaque para Artur, que durante os 97 minutos de jogo deve ter perdido uma boa percentagem pelo que demorou nos lançamentos de pontapé de baliza, e só mesmo nos minutos finais é que viu o devido cartão, ao contrário de Helton que o levou na primeira oportunidade. Os dois primeiros golos resultaram em ambos os casos de lances fortuitos. O golo que fez a reviravolta no marcador, e concomitantemente no campeonato, foi conseguido por uma brilhante jogada de entendimento entre Liedson e Kelvin, ambos saídos do banco de suplentes. Ao miúdo resta-nos agradecer a segunda vez da temporada que entra para garantir três preciosos pontos. No final nota para o grande destaque do jogo - o sistema de rega. No Dragão, usa-se no início do jogo como forma de garantir que a bola deslize mais facilmente... não há preocupação em usar-se no fim...



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